Fixação de alimentos
Pedido judicial para definir o valor, a forma de pagamento e as despesas que serão abrangidas.
Direito de Família
Assessoria jurídica para definir, revisar, encerrar ou cobrar a pensão, com análise individual da realidade familiar e financeira.
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Como podemos atuar
A pensão alimentícia envolve sustento, saúde, educação, moradia, transporte e outras necessidades. O caminho jurídico depende de já existir — ou não — acordo ou decisão judicial.
Pedido judicial para definir o valor, a forma de pagamento e as despesas que serão abrangidas.
Análise das parcelas vencidas e da medida executiva adequada às circunstâncias do caso.
Reavaliação quando mudam as necessidades de quem recebe ou as possibilidades de quem paga.
Pedido para encerrar a obrigação quando seus fundamentos deixam de existir, mediante decisão judicial.
Contribuição durante a gestação para despesas adicionais relacionadas ao desenvolvimento saudável do bebê.
O valor da pensão
O valor é construído a partir das necessidades de quem recebe, das possibilidades de quem paga e da proporcionalidade no caso concreto.
Despesas da criança, renda dos responsáveis, outros dependentes e a divisão efetiva dos cuidados podem influenciar a decisão. Por isso, documentos e informações financeiras fazem diferença desde o início.
Veja o que separarPrimeiros documentos
Não é necessário ter tudo reunido para fazer o primeiro contato. Comece pelo que estiver disponível e informe se existe audiência, intimação ou prazo em andamento.
Solicitar análiseDúvidas frequentes
As respostas são gerais. Prazos, provas e decisões já existentes podem alterar a orientação aplicável ao seu caso.
Não. A lei não estabelece um percentual único. O valor é definido conforme as necessidades de quem recebe, as possibilidades de quem paga e a proporcionalidade entre esses elementos, além das particularidades do caso.
Sim. A ausência de registro em carteira não elimina a obrigação. O valor e a forma de pagamento serão avaliados conforme as provas disponíveis e a realidade econômica das partes.
Não. A maioridade não encerra automaticamente a obrigação. Quem paga deve buscar decisão judicial de exoneração, e a continuidade dependerá das circunstâncias demonstradas no processo.
A resposta depende da existência de decisão ou acordo anterior e das datas envolvidas. Quando a pensão ainda não foi fixada, em regra ela é devida a partir do marco definido pela legislação e pelo processo. O histórico precisa ser analisado individualmente.
Em hipóteses legais, a execução das parcelas recentes pode seguir o rito da prisão civil. Outras parcelas podem ser cobradas por medidas patrimoniais, como penhora. A estratégia depende do período da dívida e dos documentos existentes.
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